terça-feira, 8 de outubro de 2013

Exercicio em casa

Você sabia que os exercícios podem literalmente curar doenças como doenças do coração?
Exercícios têm sido muito utilizados para ajudar as pessoas a evitar ou recuperar-se de algumas formas de câncer.
O exercício ajuda pessoas com artrite, ajuda as pessoas a prevenir e reverter a depressão.
Acrescente mais atividade física à sua vida

Se você decidiu se tornar mais ativo, parabéns! Tomar a decisão de fazer uma atividade física é um passo importante em tornar-se uma pessoa mais saudável.

Tenha em mente estes pontos-chave: 
- Ter um estilo de vida ativo ajuda a sentir-se no seu melhor e reduz o risco de problemas cardíacos (reduz o risco de ataque cardíaco de até 34%), diabetes, pressão arterial elevada.
- Conhecendo a razão pela qual quer ficar mais ativo, pode ajudar na mudança de comportamento.
- Comece com objetivos de curto prazo os quais pode alcançar facilmente. É mais fácil se manter ligados a algo quando temos sucessos frequentes.
Atividade Física não precisa ser cara ou demorar muito tempo. Nosso foco aqui é sobre as atividades físicas que você pode fazer em casa com a ajuda de objetos que você encontra na própria casa.
Neste ebook, Fitness em Casa, você encontrará dicas de treinamento básico para iniciantes e técnicas e fotos para ilustrar como fazer os exercícios em casa.

Eu não incentivo o uso de qualquer suplemento ou a compra de qualquer equipamento novo, pois com este método, você poderá construir um físico fantástico, com apenas objetos que você encontra em casa.

No Fitness em Casa você encontrará informações sobre exercícios que você pode fazer em casa com poucos equipamentos, e cuja rotina pode ser facilmente adaptada à sua agenda lotada ou por falta de motivação.
Tem dificuldade em permanecer motivado para o exercício físico?

Temos uma vasta seleção de exercícios em casa, como: força, cardio, flexibilidade, abdominal e uma variedade de artigos e programas saudáveis para você escolher.
Encontrará exercício flexíveis e ajustáveis a todos os estilos de vida e objetivos. Organizamos por segmento corporal e material utilizado.
Tem dúvidas? Incluímos também uma seção de FAQ's (Perguntas e Respostas).


Quais são os seus objetivos? 

- Melhorar o seu nível de condição física?
- Ganhar massa muscular?
- Perder peso?
- Procura alternativas para a sua rotina de treinos? 


Se respondeu afirmativamente a pelo menos uma destas perguntas, você está no local certo.
Vamos começar... 

Em Fitness em Casa terá sugestões de programas de exercícios em casa, de profissionais experientes, com demonstrações passo-a-passo e indicações da frequência e nível de intensidade.
Estes exemplos de programas incluem cardio, treino de força, treino em circuito, flexibilidade e especialmente programas para todos os níveis e objetivos de treinamentos. Estes são apenas alguns exemplos de programas de exercícios em casa, podendo modificá-los de forma a ajustar às suas necessidades.
Começar um programa de exercícios em casa poderá ser uma das melhores coisas que você pode fazer para a sua saúde.

Afinal, a atividade física pode reduzir o seu risco de doença crônica, melhorar o seu equilíbrio e coordenação, ajudá-lo a emagrecer e dar-lhe um impulso na sua auto-estima.
Os benefícios são indiferentes à idade, sexo ou qualidades. Quando você criar o seu programa de exercícios em casa, considere os seus objetivos. Pense no que mais lhe agrada, preste atenção às suas barreiras pessoais para a atividade física.
Depois considere estratégias para manter o seu programa no bom caminho.
Quais os benefícios de fazer uma atividade física?

Este ebook, Fitness em Casa, vai ajudá-lo a sentir-se melhor e ter mais energia em momentos de trabalho e lazer. Vai sentir-se mais capaz a fazer tarefas diárias tais como: brincar com os seus filhos, jardinagem, dançar, etc.

Estudos comprovam que crianças e adolescentes que praticam atividade física têm mais energia e níveis superiores de concentração na escola.
Quando somos ativos, queimamos mais calorias, mesmo em repouso. Estando em boa condição física, permitirá realizar mais atividade física, com níveis superiores de intensidade e menor esforço. Podendo também ajudar no processo de controlo de peso.
O exercício físico é bom para a saúde cardiovascular, pulmões, ossos e articulações. Diminui o risco de ataque cardíaco, diabetes, pressão arterial alta. Pode ajudá-lo também na qualidade do seu sono e gestão de stress.

Que tipo de atividade física melhora o meu nível de Exercício?
Os exercícios em casa que vai escolher fazer serão em função do seu objetivo: ganhar massa muscular - força; controlar/ estabilizar o seu peso - resistência; simplesmente sentir-se melhor com o seu corpo, melhorar a sua postura - flexibilidade; ou melhorar um aspecto específico de uma modalidade desportiva. Pode também englobar todas numa: o treino funcional.  
Exercícios Em Casa

Não é fácil entrar em forma e manter-se em forma. Entretanto, é muito fácil encontrar desculpas para não se exercitar: você não gosta de ir à academia, você não tem tempo, você não tem dinheiro, o tempo lá fora não está bom...

Não há desculpa convincente para evitar totalmente a necessidade de se exercitar, e neste ebook,Fitness em Casa, você encontrará informações sobre exercícios que você pode fazer em casa com poucos equipamentos, e cuja rotina pode ser facilmente adaptada à sua agenda lotada ou por falta de motivação.

• Relação de Exercícios em Casa – Uma lista de exercícios, com descrições detalhadas sobre como realizá-los em casa, usando um mínimo de equipamentos e que você provavelmente já tem em casa.

• Rotina Básica de Exercícios em Casa - Utilizando os exercícios em casa, relacionados neste ebook, você encontrará uma rotina básica de treino que você pode usar para acelerar os seus resultados.

• Exercícios Baratos em Casa - Algumas ideias sobre como você pode criar pesos, fazendo uso de itens do seu dia-a-dia e que você encontra na sua casa.

• Exercícios Grátis - Algumas ideias de onde você pode ir para conseguir um treino eficaz sem precisar se matricular em uma academia. Além de fazer os exercícios em casa, você pode fazer exercícios fora de casa, curtindo a natureza, respirando ar puro também.


Lista de Exercícios
Neste ebook, Fitness em Casa, você encontará uma lista de exercícios simples, que você pode fazer no conforto da sua residência, e links para descrições mais detalhadas de como realizá-los fazendo uso de um equipamento mínimo, que você pode encontrar com facilidade na sua própria casa. Veja também mais informações sobre exercícios em casa que utilizam apenas o peso do corpo, e uma relação completa de treino e exercícios.


Rotina Básica de Exercícios Em Casa 

É possível criar um programa de exercícios bastante eficaz a ser realizado no conforto do seu lar. Este programa, Fitness em Casa, foi desenvolvido para pessoas que querem ter o conforto de fazer exercícios em casa, fazendo uso de exercícios simples, sem a necessidade de equipamentos específicos ou, no máximo, com a ajuda de objetos que você encontra na sua própria casa. 
Programa de Exercícios - Pesos Para Exercícios em Casa

É possível criar um programa eficaz de treino de força em seu próprio lar, com exercícios que você pode intensificar com pesos, fazendo uso de itens do seu dia-a-dia e que podem ser facilmente encontrados dentro de casa. Você pode usar a sua imaginação e encontrar ainda mais coisas que podem ser usadas.
Cada método possui algumas ideias de exercícios para se fazer em casa que podem ser usados. Consulte a lista de exercícios e a rotina de treino em casa para ter um programa de exercícios usando este método. Se for financeiramente viável para você, comprar alguns halteres irá facilitar um pouco a sua vida.


Exercícios Físicos Curtindo a Natureza
Você não precisa dispor de uma academia completa em casa, com equipamentos caríssimos, para poder ter um programa de treinamento eficaz. Além disso, na situação econômica atual, todos nós adoraríamos poder economizar um pouco. No ebook, Fitness em Casa, você encontra algumas atividades físicas que não vão te custar nenhum centavo, e você ainda ganha o brinde de respirar ar puro! Mas nada de gastar o dinheiro que você economizou comendo salgadinhos depois!

Você pode também ficar em casa e realizar alguns exercícios usando o peso corporal, mas será ainda melhor se puder sair de casa para fazer estas atividades ao ar livre!


Fitness na PraiaA praia é um ótimo lugar para relaxar, mas é também um lugar fantástico para fazer o seu programa de exercícios.  Existem inúmeras atividades que você pode fazer na praia que irão te proporcionar muitos benefícios para a sua saúde, apesar de parecer que você não está se exercitando ao executá-los. Desfrute do ar puro, do som do oceano e da sensação de sentir a areia sob seus pés conforme você entra em forma com exercícios totalmente adequados ao seu próximo passeio.
A maioria destes exercícios não exige nenhum equipamento, ou podem ser utilizado baldes a fim de aumentar a resistência, enchendo-os com areia e, assim, criando halteres (pesos).


Dicas de Exercícios Para fazer na Praia
No ebook, Fitness em Casa, você encontrará uma lista de exercícios que não exigem nenhum equipamento e podem ser feitos na praia.


10 Dicas de Como Se Manter Em Forma Trabalhando Em Casa
Apesar de muitos pensarem ao contrário, mas trabalhar em casa toma bastante tempo e exige muita dedicação e trabalho. Tenho certeza que você já ouviu alguém falar, "eles não tem um emprego, eles só trabalham em casa". Isto não poderia estar mais longe da realidade! Gerir um negócio em casa toma praticamente todo o seu tempo. Assim, muitas outras coisas são deixadas de lado na nossa lista de prioridades. Provavelmente, uma das primeiras a ser deixada de lado é a boa forma.

Quando você tem uma lista de coisas a fazer que nunca tem fim, uma casa que nunca parece ficar limpa, por mais que limpemos, e uma família e/ou amigos que exigem muita atenção, é compreensível que as atividades físicas acabem ficando em segundo ou em último lugar na lista de prioridades. Mas não deveriam.

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

VASINHOS NA PAREDE

VASINHOS NA PAREDE

                     Acho lindo vasinhos na parede,dão um charme especial para aquele lugarzinho da casa meio sem graça,podem ser usado em area interior ou exterior,ficará lindo ,vamos ver algumas idéias ?



simples,bonito e barato


estes dedico a Tina dos blogs   sonhar  e realizar e meu cantinho na roça,uma pessoa muito especial.
tudo azul




lindos estes coloridos,agora imaginem sem os vasinhos que coisa sem graça



gaiolas,de enfeites mas sem passáros,só com vazinhos



estes chamam bastante atenção




ai na lateral da escada,também ficam lindos



                                                                                                           imagens tirada da net





 

 que passar por aqui,deixem seus comentários ficarei muito feliz.

Artigo do publicitário João Silva fala da importância do reconhecimento de Mãe Stella pela Academia de Letras da Bahia para o avanço no combate a discriminação racial , religiosa e social do Brasil.

Súrefú, mi Iyá!*


Ilustração: Cau Gomez
Por João Silva 
Hoje, dia 12 de setembro de 2013, é um dia muito especial para todos os baianos, sobretudo para a população negra deste Estado esmagadoramente afrodescendente, população tão maltratada, tão discriminada, sem oportunidade para trabalhar, estudar com dignidade, em pé de igualdade com os demais. É que logo mais à noite, Maria Stella de Azevedo Santos, Mãe Stella de Oxossi, toma posse na Academia de Letras da Bahia - representação literária máxima de nosso Estado. 
Nascida em 1925, garotinha negra, filha descendentes de escravos e portugueses que valorizavam a educação formal: ela graduou-se enfermeira. Já muito jovem foi iniciada no candomblé, com apenas catorze anos de idade. De lá para cá só espalhou generosidade, pelo Brasil e pelo mundo. Recebida e venerada em muitos países, respeitada 
por sua sabedoria, cultura e pelo jeito simples de ouvir e falar, sem nunca perder uma força que lhe acompanha desde que Oxóssi passou a cuidar de sua cabeça.
Isso se vê em seu comportamento de vanguarda, quebrando paradigmas, pensando o novo, nos surpreendendo a cada dia. Foi muito corajosa quando polemizou sobre os efeitos do sincretismo religioso, é que buscava delimitar o território da afro ascendência. Não fez por menos quando assumiu a defesa do meio ambiente, coerente com princípios que não separam o homem da natureza. São muitos os exemplos, seus artigos, publicados quinzenalmente nos jornais, estão cheios deles: falam aos jovens, falam de brincadeiras de criança, do respeito à sabedoria dos mais velhos. Temos orgulho desta jovem senhora, de sorriso franco e coração generoso que acolhe em sua casa, o Ilê Axé Opô Afonjá, todos que a procuram em busca de ajuda espiritual, sempre com muita simplicidade e sabedoria. 
O reconhecimento a Mãe Stella é a certeza de que podemos conviver em harmonia e com serenidade, de que podemos exercer nossa força, avançando com firmeza e cabeça erguida na consolidação de uma sociedade mais justa e mais igual para todos. 
Este momento exige que façamos uma profunda reflexão sobre o papel de cada um de nós na luta pela igualdade racial e justiça em uma sociedade tão injusta. Kaô Kabissilé! 
Hoje, quando Mãe Stella tomar assento na cadeira de número 33 cujo patrono é Castro Alves, o poeta dos escravos, os atabaques irão soar forte e os orixás irão dançar em todo o universo. Estarão lá, junto com ela, naquele prédio, na Avenida Joana Angélica em Nazaré. Além de seus filhos, nossos antepassados, minha avó Madá - Maria Madalena, meu Pai Diú – Dionísio, você, seus avós e todo cidadão baiano que vive e preserva a nossa cultura, que aprende diariamente a respeitar os mais velhos, cuidar de suas heranças e trabalhar na esperança de dias melhores para a população negra. 
Como publicitário posso afirmar que este fato vale mais que milhares de campanhas veiculadas em nome da afirmação da cultura negra, este momento vale mais que centenas de seminários, plenárias e eventos sociais. Este acontecimento abre as cortinas para que possamos ser vistos como verdadeiros protagonistas, respeitados pelo que somos e pelo que construímos ao longo de nossos caminhos, não como espectadores privilegiados de eventos que buscam falar com o próprio umbigo. 
Neste ato a sociedade está reconhecendo a vida, o trabalho e a história de uma Ialorixá, uma grande mulher que nos ensina diariamente para que sejamos melhores. Grande guardiã e sacerdotisa das tradições religiosas africanas em nossa terra. Uma grande brasileira e uma baiana muito retada! Vamos celebrar, colocar a rádio nagô nas ruas. Dizer aos quatro cantos da Bahia que nós também podemos, e que sonhamos como Luther King. Parabéns a Academia de Letras da Bahia pela escolha de uma Ialorixá para fazer parte do seleto grupo de autoridades que compõe esta nobre instituição. Esta atitude é a prova que a Bahia pode sim, reconhecer os seus, pode sim, valorizar a sua cultura e as personalidades que ajudam a inventar esta terra. Que Deus e os Orixás a protejam e a deem forças nessa sua caminhada. Viva a Bahia! Viva Mãe Stella de Oxossi!!! ÓKé Aró! 

*Abenção, minha Mãe!

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Você se Parece Com o Que?

Você se Parece Com o Que?

Toda vez que entro de férias do curso que ministro no Leblon, deixo de lado os livros tão presentes em minha vida e me ponho a ser pesquisador em banca de jornal.
Adoro, para descansar a cabeça, folhear revistas e como um devaneio descompromissado me ponho a ler uma a uma. São pinçadas revistas de decoração, de psicologia orientada para o público feminino, bem como outras tantas.
No sábado estava com espírito buscador de ineditismos e lá fui com olhos aventureiros a procura de algo novo. Encontrei uma revista linda, folha e capa de primeira e com adrenalina comprei-a. 
Preparei-me para fazer a descoberta e com a manta me aninhei. 

Ao abri-la vi que se tratava de uma revista sobre festas cool e DJs. Que decepção a minha. Nada a ver comigo. Só tinha comprado esta. 
Nada a fazer!
Comecei então a pensar nos questionamentos que havia colocado no quadro na última aula deste semestre.

“- Qual a sua maior identificação atual?”
  - Você está parecido com o que?
  - Você está parecida com quem?”
A minha revista estava destituída de qualquer elemento identificatório comigo. Era um significado que não se tornou significante. Eu, portanto não tinha identificação alguma com ela.
Pensei nas identificações que temos na vida.
Você pode se identificar com mar ou piscina, cidade ou floresta, com cão ou com gato, com filme francês ou americano, com cabala ou com o budismo. Cada coisa irá definir a sua pessoa, o seu estilo e o seu perfil.
Mas além dessas existem também as identificações com as circunstâncias, com os sentimentos, com as realidades e com os acontecimentos positivos ou negativos.
Você já se fez esta pergunta? Já se indagou o por que você carrega um sentimento há tanto tempo?
Você está parecido com o que? Com o abandono que alguém trouxe a você e passou a viver como abandonada?
Você está parecida com o vazio de uma ausência e se tornou o vazio?
Está sem perceber fixada nas situações que criam apenas os sentimentos ruins? 
Deixou de se identificar com as coisas que estão corretas e boas e está projetada nas identificações negativas?
Se sim, está então na leitura da revista errada que não trará nada de construtivo para você.
Identifica-se apenas com os vazios, as doenças, os remorsos e as faltas? Tem dúvida que o seu rosto será o reflexo do que você se identifica?
Como Freud afirma, é através das nossas identificações que estruturamos nossa realidade psíquica e através dela é que vamos sentir a vida.
Tornamo-nos coerentes com aquilo que nos fixamos, identificamos e introjetamos.
Se você só se alimenta das coisas que faltam ou que estão com defeito de modo algum poderá sentir satisfação em si mesmo, em relação à vida ou em relação à alguém.
Somos modelados através daquilo que mais olhamos.
Toda vez que alguém descobre no curso que sou filho da Virgínia, aquela que realiza palestras sobre testemunhos de vida em vários locais, ouço: “Você se parece com ela.”
É fato! No modo de ser por me identificar com muitos aspectos dela e também de meu pai, assimilei e tudo passou a fazer parte da minha psicológica corrente sanguínea.
Já percebeu se você está reproduzindo algum padrão de comportamento da sua avó melancólica?
Você está parecido com o seu tio amargo?
Você está parecida com a sua mãe ressentida?
Você se torna a imagem e semelhança de suas identificações conscientes ou inconscientes.
Encontrei por acaso um conhecido que há muito não o via e que me contou que teve um problema no ligamento do tornozelo esquerdo. Contou-me que ficou um mês sem poder colocar o pé no chão. De muleta depois de uns dias se tornou impossível andar, pois machucava a palma das mãos. Disse-me que se pôs a encontrar uma solução. Como atendia em casa para trabalhar era mais fácil, mas para realizar a rotina diária tudo estava complicado. Parou, pensou com identificação em encontrar uma solução e a mente então trabalhou sob este comando e criou uma alternativa para ele: Imaginou uma mochila nas costas para carregar o que precisava de um lado para outro e para ficar livre da muleta passou a engatinhar... Ao se dar esta solução encontrou um modo de se perspectivar. Impediu-se de se identificar com a limitação e buscou uma identificação operacional, produtiva e positiva.
Mudou o seu foco. Olhou e elegeu para se identificar com a perspectiva de uma solução.
Mudanças de foco é um ato de amor, de amizade a si, de generosidade e gratidão com o tempo que a vida nos oferece para viver.
Ganhei na última aula de uma aluna um livro intitulado “Poesia Completa de Manoel de Barros” da editora Leya, que achei a minha “cara”! Ao abrir me deparei com um trecho que transcrevo:
“Ando muito completo de vazios.
Meu órgão morrer me predomina.
Estou sem eternidades...
Enfiei o que pude dentro de um grilo.
Essas coisas me mudam para cisco...
Estou deitado em compostura de águas.
Na posição de múmias me acomodo.”
Assim se fez este interlocutor... Enfiou a vida em algo mínimo, que o fez cisco, e se posicionou como múmia a espera de outra vida para viver... Se tornou isso pois assim elegeu esta forma de ser para se identificar. Se fez pequeno, se fez cisco e se tornou múmia. Engessou-se para as perspectivas e se tornou petrificado.
Você sabe se dizer?
Vai se colocar deitado como múmia a espera de outra encarnação para ser o que pode ser agora?
Comece engatinhando... Com o tempo você irá se equilibrar nas boas identificações. Naquelas que trazem a melhor versão de você mesmo.
Eu, como se diz, não morri na praia.
Fui à banca, expliquei-me e troquei por outra revista.
Remova as identificações que mumificam e engessam as linhas negativas de ser.
Escolha bons momentos para se identificar, boas pessoas para se modelar e se perspective através das identificações positivas.
Saiba Ser.
Você se parece com o que?
Pode ter certeza: com aquilo que você escolhe para se identificar.

Felicidade... Mágica ou Magia?

Felicidade... Mágica ou Magia?

Alguém me disse outro dia, que achava que a felicidade era reservada somente para algumas pessoas iluminadas.
De fato a ideia da felicidade é encantadora nos magos e nos líderes espirituais. Inspira divindade. 
A perfeição que parece isenta de esforço para existir, se torna mágica aos olhos da humanidade. Uma pessoa que pareça naturalmente bela inspira também divindade... A ideia da falta de esforço em ser algo desperta o conceito do eleito, do abençoado e isto mexe com a fantasia de muitos.
Por que tudo isso?
Porque o esforço lembra dificuldade, rigor, trabalho e o que acaba por quebrar o encanto.
O cantor de ópera que canta uma ária sem demonstrar qualquer preocupação no que faz nos parece mágico. Torna-se um iluminado.
O ator que encarna o personagem e nos leva a esquecer da própria identidade, nos parece incorporado e iluminado.
Por esses aspectos é que algumas pessoas, quando se deparam com a realidade de que o equilíbrio emocional e a limpeza de um ressentimento envolvem um trabalho que é destituído de qualquer milagre, se decepcionam. A partir daí, passam então a viver uma gradual desistência do que ambicionavam. 
A mobilização de muitos é estimulada por uma ideia de receita rápida e miraculosa.
Por que isso acontece tanto?
Porque simplesmente acham que a felicidade deve ser algo divino e quem a tem a tem... Está incorporado numa genética abençoada, rara e única. 
A conquista da perfeição sobre a imperfeição envolve uma construção.
Ser uma pessoa leve, ser segura, ser mais independente está longe de ser uma conquista de um só golpe, de um só dia, e, portanto nem tampouco de uma só sessão de análise.
Um lado profundo da humanidade detesta todas as conquistas que envolvem esforço num tempo maior. Na mentalidade das pessoas no mundo atual as dietas devem ser mágicas e as perdas de peso no viver também.
Detox de vinte quatro horas para retirar todos os excessos e todos os complexos.
Estamos vivendo o império do não esforço prolongado.
Análise relâmpago... Aprendizados em uma só aula... Impaciência para retomada de temas... Impaciência para a reconstrução de afetos.
Fui assistir a peça “Rain Man” no teatro dos Quatro aqui no Rio de Janeiro, com Marcelo Serrado no papel de autista. Ele estava tão habitado pelo personagem que em certos momentos nos sentíamos integrantes daquela realidade. Um teatro lotado em silêncio e posso dizer que todos da plateia estavam tomados pela fluidez com que o personagem acontecia. Parecia não haver esforço nas difíceis modulações de voz, nas contrações do rosto e nas contorções das mãos. Ao terminar o espetáculo os aplausos foram de pé, mas para quem tem experiência de assistir peças fora do Brasil vê-se que nesta terra os aplausos são intensos, mas curtos.
Li em certa ocasião que os aplausos são para despertar os deuses para abençoarem aqueles que trabalharam algo de maneira profunda e disciplinada e se apresentaram de forma divina e encantadora. 
Os aplausos são, portanto um chamado às divindades para que eles possam jorrar dos céus recompensas pelo lindo trabalho realizado.
No Brasil muitas vezes este “chamado” é tão rápido, devido aos curtos aplausos apesar de intensos, que os “deuses” mais sonolentos, ou distraídos não são mobilizados, o que deve fazer com que os artistas saiam muitas vezes sem essas bênçãos finais... Penso que a mecanicidade do mundo de hoje abrevia e banaliza a noção do trabalho do outro.
No dia seguinte fui assistir no teatro Leblon, sala Tonia Carreiro, o espetáculo “Nós Sempre Teremos Paris”. Algo leve que faz a nossa alma sonhar.
A peça está calcada num aspecto da vida humana: aquele em que a sorte se apresenta, mas as pessoas a deixam passar. Nela um homem e uma mulher, dois brasileiros, se conhecem por uma mágica do acaso num café de Paris do Boulevard Montparnasse, mas por estarem presos nas próprias inibições deixam a chance escapar. Passaram vinte anos cada um em suas vidas, sonhando com aquele momento.
Diante dessa história, me coloquei a pensar em todos aqueles em que a vida apresenta uma oportunidade, uma circunstância favorável, uma chance para algo desejado, mas não se responsabilizam, não se mobilizam para realizarem o desejo através da parcela de trabalho, ou com o compromisso com os processos que envolvem a construção do que se quer para si. 
Ficam no querer queria. 
Desejam magias sem mágicas... As mágicas envolvem truques. Para realizá-las necessita de treinos disciplinados com o aprendizado de técnica e muito trabalho.
Muitos querem que a feiticeira balance o narizinho, ou que um gênio esfregue a lamparina para que tudo se transforme.
Outro dia no jornal O Globo, seção de Histórias em Quadrinhos, havia uma chamada: “Bastidores das Historias Infantis” em que tinha no desenho o Lobo Mau diante dos três porquinhos onde se dizia:
“Vocês sabiam que quando um Lobo Mau toma posse do cargo tem que fazer um juramento solene?”
Nesta historinha entre tantas mensagens ressalto uma: para ser Lobo Mau tem que fazer um juramento de estar imbuído de tudo que o envolve e o perfaz.
Para ser o Lobo Bom também.
Depois destas reflexões, quando me falarem que a felicidade é derivada de uma benção divina para poucos, defini para mim que vou concordar... Vou afirmar que sim...
Por que? Porque percebo que infelizmente são poucos os que querem assumir a realização do trabalho profundo do equilíbrio para a vida. Um processo que é “mágico” e que faz “magia” para quem o elabora muito. 
Quando me perguntarem sobre uma receita, vou passar uma para a felicidade que é mágica... A receita?
Aí está:
1 Kg de desejo;
500 gramas de disponibilidade;
Uma colher de sopa bem cheia de decisão;
Duas xícaras de perdão ao destino;
Uma colher de chá de propósitos de vida.
Misture tudo durante muito tempo. Unte uma forma com amor próprio. Coloque a mistura na forma. Polvilhe com crença. Ponha no forno das suas elaborações.
Deixe aquecer com a sua perseverança.
Depois de pronto, decore com pitadas de gratidão e sirva a sua realidade.
Excelente para celebrar os recomeços.
Depois de você exercitar a receita da felicidade e passar a viver com naturalidade a sua nova habilidade em ser... Aplauda a si com generosidade e fervor para que os “deuses” possam ser despertados para abençoar a sua nova atuação de vida.

INVEJAS e Olhos Grande

Invejas

Outro dia me perguntaram se a inveja era realmente um sentimento nocivo e se as “maldadezinhas” sociais eram atitudes derivadas dela e ao final me lançaram a seguinte pergunta:
“Jorge, o que é afinal a inveja?”
Lembrei-me na hora do conto de fadas, em que as duas filhas da madrasta, feias e enciumadas da beleza delicada da filha do padrasto delas, tentam transformar a vida da Gata Borralheira num suplício. O trio de invejosas aproveitava a ausência do pai da linda menina para maltratá-la e humilhá-la.
Já se pode bem compreender que a inveja é um sentimento direcionado a algo bom. É um derivativo perverso do desejo de ser ou de ter um contexto ou mesmo algo.
Daí, a inveja das três pela beleza da gata borralheira, pela sorte do destino de alguém. Uma pessoa também pode invejar a família que você formou, a sua estabilidade emocional, a presença de pais amorosos na sua vida, a sua compra de uma casa, o seu sucesso, a sua viagem, a sua perda de peso, o seu cabelo e a cumplicidade que conquistou como casal. Pode também invejar a trajetória bem sucedida de seus filhos e a chegada de uma grande e boa notícia...
O invejoso tem sempre uma maldade contida no pensamento e tem o secreto momento delícia, como o anuncio da margarina em que no provador de uma loja diante de duas vendedoras a apresentadora Fernanda Lima não consegue fechar uma calça... Elas suspiram de prazer e alívio... Dá já para entender bem!!!
Fui assistir no Teatro Leblon, sala Fernanda Montenegro, a peça “Cruel” com Gianecchini, Maria Manuela em excelente atuação e Erik Marmo, num texto do teatro íntimo de Strindberg, onde disse que nesta concepção ele iria mostrar a vida em breves instantes. Em uma montagem de setenta minutos, testemunhamos o perverso e o sutil plano de um marido abandonado, para destruir o segundo casamento da ex-esposa. Com esta finalidade se aproxima do atual marido dela sem que ele pudesse supor que era o ex e se faz de amigo. O personagem de Gianecchini estabelece um mímico laço de cumplicidade e amizade de modo a despertar a confiança e fazer com que o outro abra o coração e se deixe influenciar pelas palavras escamoteadas e maléficas... Palavras cruéis. Neste intento derivado do despeito e da inveja tenta destruir o que desejava, mas não mais poderia ter. Tenta minar a segurança da ex através das sutis insinuações que ela estava envelhecida...
Quantas vezes podemos testemunhar esses comentários venenosos!!!
A inveja é um sentimento muito mais presente no cotidiano do que as pessoas imaginam. Ela pode ser uma admiração envenenada.
Conheço a história de uma mulher que admirava tudo que a irmã havia conquistado: o casamento; a família e a satisfação, mas a realidade da outra representava um desejo que não foi realizado. Quando nasceu o caçula e a irmã a chamou para ser madrinha, foi suscitando nela uma inveja que despertou um ressentimento pela vida que a tornou uma solteira amarga e crítica, maníaca. Quem já não viu a boa solteirona, mas que é no convívio uma mulher tensa e crítica?
Já vi também noras terem comportamento hostis com os sogros e a sogras por no fundo invejarem a aura familiar de cumplicidade e de amor que os constituem no contexto.
De fato a arte imita a vida.
Quando testemunhamos nas novelas, nos seriados cenas de inveja como no filme Desejo e Reparação do diretor Joe Wright, em que conta a história de Briony de treze anos que usa a imaginação de escritora para acusar Robbie Turner, filho do caseiro e namorado da irmã mais velha dela Cecilia, de um crime que ele não cometeu. A acusação destruiu de forma dramática o destino das pessoas envolvidas. Por desejar Robbie e invejar a condição de mulher da irmã, arma este plano perverso. 
As situações podem parecer exacerbadas para o plano real. No entanto a vilania é muito mais presente do que as pessoas imaginam e por vezes acontecem em comentários maldosos disfarçados sob o tom aveludado da fala nos almoços nos clubes e mesmo nas reuniões de trabalho.
No conto da gata borralheira, as irmãs postiças invejam a beleza e a juventude... Em outro conto, temos a história da bruxa má que envenena a maçã para colocar a Branca de Neve no sono da morte. 
Estas histórias narram e anunciam as questões do desejo e da derivação invejosa que a condição positiva de uma pessoa pode suscitar, mas as pessoas têm preconceito em enxergar que quem nos ama pode viver este sentimento de modo ambíguo, pois nele poderá encontrar contida a inveja.
A inveja é um ciúme da boa destinação do outro. 
Temos atualmente na novela Amor a Vida o ciúme invejoso do Felix pela irmã amada pelo pai que o rejeita. Encontramos na Bíblia a inveja assassina em Caim por Abel.
Na crônica do Veríssimo no O Globo, intitulada “A Explicação” ele escreveu: “Já se especulou como a História seria outra se Adolfo Hitler tivesse se tratado com seu conterrâneo e contemporâneo Sigmund Freud, em Viena. Curado de seus complexos e fobias, Hitler teria abandonado a ideia de dominar o mundo e se contentado em dominar um só quarteirão...”
Talvez, através desta suposta análise, Hitler tivesse um menor sentimento de rejeição e inferioridade e com isso conseguisse eliminar nele a necessidade desmedida de busca de poder para compensar a falta de valor que carregava em si. Quem sabe teria menos ódio daquilo que não havia obtido em sua vida e teria menos inveja daqueles que desejava dominar e daqueles que queria eliminar? 
O Vilão maltrata apenas quem é significante aos olhos dele, quem representa algo que o toca e por isso o incomoda. 
Barrar o Hitler na academia de belas Artes em Viena e outras tantas vivências de rejeição gerou naquela estrutura o “Invejoso” e “Tirano Perverso”... A História fala por si.
Portanto as situações de felicidade, de contentamento e de alegrias, trazem os bons destinos, mas aportam junto o olhar hostil e envenenado daqueles que não conquistaram e não souberam fazer um apaziguamento da própria frustração.
Respondendo a pergunta sobre se de fato a inveja existe nos próximos.
Digo: Sim.
A inveja pode existir em todos nós de alguma maneira.
Diante deste “Olho Grande” o que fazer?
Primeiro compreender que quem inveja está destituído de algum senso de autoestima, de algum senso de valor e carrega uma falta de si... Carrega frustrações sem elaborações...
Envenena com ressentimentos o coração.
Envenena a maçã.
O antídoto?
Exercitar o olhar de gratidão sobre as próprias conquistas para que possa a ternura que brota limpar a venenosa inveja.
Contra o veneno alheio?
Do Olho Grande se defende com Olho Vivo!

sexta-feira, 26 de julho de 2013

OLUBAJÉ - no dia 17 de AGOSTO as 18:00hs JORGE DOXUM KARE






             


Jorge Doxum Kare e seus filhos  convidam a todos para o OLUBAJÉ - no dia 17 de AGOSTO as 18:00hs
JORGE DOXUM KARE
 Rua Musico Luiz Edilson Profirio - 10  - DIVISA - Santa Eugenia - Nova Iguaçu
Tel. 2767-7304
Olubajé é um ritual anual para Obaluaiê e só é feito em casas de Candomblé, sendo obrigatório em casas onde haja feito um Yawo de Obaluaiyê há menos de sete anos ou o próprio Zelador ou Zeladora seja deste Orixá.
Olubajé é uma palavra de origem Iorubana e significa Olú : Aquele Que; Ba : Aceita; Je : Comer.
                                                     

Olubajé
Diz uma lenda que Xangô, um Rei muito vaidoso, deu uma grande festa em seu palácio e convidou todos os Orixás, menos Obaluaiyê, pois as suas características de pobre e de doente assustavam o rei do trovão. No meio do grande cerimonial todos os outros Orixás começaram a notar a falta do Orixá Rei da Terra e começaram a indagar o porquê da sua ausência, até que um deles descobriu de que ele não havia sido convidado.
Todos se revoltaram e abandonaram a festa indo a casa de Obaluaiyê pedir desculpas, Obaluaiyê recusava-se a perdoar aquela ofensa até que chegou a um acordo; daria uma vez por ano uma festa em que todos os Orixás seriam reverenciados e este ofereceria comida a todos desde que Xangô comesse aos seus pés e ele aos pés de Xangô.
Nascia assim a cerimónia do Olubajé. Porém, existem diversas outras lendas que narram outros motivos sobre o porquê de Xangô e Ogum não se manifestarem no Olubajé.
Aqui vou contar um resumidamente o que acontece nessa cerimónia:
Nesse dia todo o terreiro se encontra ornamentado na cor deste Orixá, Obaluaiyê – devo ressaltar que essa é a única cerimónia dentro do Candomblé que dispensa o Ipadé de Exú.
Chega a hora e o Babalorixá ou a Yalorixá faz soar o adjá, forma-se uma fila indiana, trazendo panelas de barro ornamentadas com faixas, todas elas contendo as comidas de todos os Orixás com excepção da comida do Orixá Xangô; à frente estará a Yalorixá ou o Babalorixá seguida por uma filha de Iansã, carregando uma esteira, uma outra com um pote na cabeça contendo a bebida sagrada das cerimónia chamada de Aluá, mais uma com um vasilhame de barro cheia de Ewe Lara (folha de mamona) a qual servirá de prato para as comidas; logo em seguida mais 21 pessoas ou 7 – estes são os números das comidas oferecidas – transportarão vasilhames de barro à cabeça, trazendo-os para o centro da sala, onde serão colocados sobre a esteira, formando assim a mesa do banquete.
É importante ressaltar que todos, como numa cerimónia de um Bori, inclusive os assistentes, deverão estar descalços.
Em seguida, três dos iniciados mais antigos servem as comidas, colocando um pouco de cada uma das comidas existentes no banquete sobre uma folha de mamona que serve de prato. Todos os presentes na cerimónia devem comer um pouco de cada uma das comidas, utilizando apenas as mãos para comer, e é também obrigatório que todos dancem ao som das músicas e cantigas que vão sendo entoadas em louvor do Orixá.
Todos batem palmas pausadamente – paó – saudando Obaluayê. Com voz forte e cheia de entusiasmo, esta frase melodiosa ecoa:
Omulú Kíí bèrú já__Kòlòbó se a je nbo
Kòlòbó se a je nbo__Kòlòbó se a je nbo__Aráayé.
Omulú não teme a briga.
Em sua pequena cabaça traz axé e feitiço.
JORGE DOXUM KARE
 Rua Musico Luiz Edilson Profirio - 10  - DIVISA - Santa Eugenia - Nova Iguaçu