sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Você se Parece Com o Que?

Você se Parece Com o Que?

Toda vez que entro de férias do curso que ministro no Leblon, deixo de lado os livros tão presentes em minha vida e me ponho a ser pesquisador em banca de jornal.
Adoro, para descansar a cabeça, folhear revistas e como um devaneio descompromissado me ponho a ler uma a uma. São pinçadas revistas de decoração, de psicologia orientada para o público feminino, bem como outras tantas.
No sábado estava com espírito buscador de ineditismos e lá fui com olhos aventureiros a procura de algo novo. Encontrei uma revista linda, folha e capa de primeira e com adrenalina comprei-a. 
Preparei-me para fazer a descoberta e com a manta me aninhei. 

Ao abri-la vi que se tratava de uma revista sobre festas cool e DJs. Que decepção a minha. Nada a ver comigo. Só tinha comprado esta. 
Nada a fazer!
Comecei então a pensar nos questionamentos que havia colocado no quadro na última aula deste semestre.

“- Qual a sua maior identificação atual?”
  - Você está parecido com o que?
  - Você está parecida com quem?”
A minha revista estava destituída de qualquer elemento identificatório comigo. Era um significado que não se tornou significante. Eu, portanto não tinha identificação alguma com ela.
Pensei nas identificações que temos na vida.
Você pode se identificar com mar ou piscina, cidade ou floresta, com cão ou com gato, com filme francês ou americano, com cabala ou com o budismo. Cada coisa irá definir a sua pessoa, o seu estilo e o seu perfil.
Mas além dessas existem também as identificações com as circunstâncias, com os sentimentos, com as realidades e com os acontecimentos positivos ou negativos.
Você já se fez esta pergunta? Já se indagou o por que você carrega um sentimento há tanto tempo?
Você está parecido com o que? Com o abandono que alguém trouxe a você e passou a viver como abandonada?
Você está parecida com o vazio de uma ausência e se tornou o vazio?
Está sem perceber fixada nas situações que criam apenas os sentimentos ruins? 
Deixou de se identificar com as coisas que estão corretas e boas e está projetada nas identificações negativas?
Se sim, está então na leitura da revista errada que não trará nada de construtivo para você.
Identifica-se apenas com os vazios, as doenças, os remorsos e as faltas? Tem dúvida que o seu rosto será o reflexo do que você se identifica?
Como Freud afirma, é através das nossas identificações que estruturamos nossa realidade psíquica e através dela é que vamos sentir a vida.
Tornamo-nos coerentes com aquilo que nos fixamos, identificamos e introjetamos.
Se você só se alimenta das coisas que faltam ou que estão com defeito de modo algum poderá sentir satisfação em si mesmo, em relação à vida ou em relação à alguém.
Somos modelados através daquilo que mais olhamos.
Toda vez que alguém descobre no curso que sou filho da Virgínia, aquela que realiza palestras sobre testemunhos de vida em vários locais, ouço: “Você se parece com ela.”
É fato! No modo de ser por me identificar com muitos aspectos dela e também de meu pai, assimilei e tudo passou a fazer parte da minha psicológica corrente sanguínea.
Já percebeu se você está reproduzindo algum padrão de comportamento da sua avó melancólica?
Você está parecido com o seu tio amargo?
Você está parecida com a sua mãe ressentida?
Você se torna a imagem e semelhança de suas identificações conscientes ou inconscientes.
Encontrei por acaso um conhecido que há muito não o via e que me contou que teve um problema no ligamento do tornozelo esquerdo. Contou-me que ficou um mês sem poder colocar o pé no chão. De muleta depois de uns dias se tornou impossível andar, pois machucava a palma das mãos. Disse-me que se pôs a encontrar uma solução. Como atendia em casa para trabalhar era mais fácil, mas para realizar a rotina diária tudo estava complicado. Parou, pensou com identificação em encontrar uma solução e a mente então trabalhou sob este comando e criou uma alternativa para ele: Imaginou uma mochila nas costas para carregar o que precisava de um lado para outro e para ficar livre da muleta passou a engatinhar... Ao se dar esta solução encontrou um modo de se perspectivar. Impediu-se de se identificar com a limitação e buscou uma identificação operacional, produtiva e positiva.
Mudou o seu foco. Olhou e elegeu para se identificar com a perspectiva de uma solução.
Mudanças de foco é um ato de amor, de amizade a si, de generosidade e gratidão com o tempo que a vida nos oferece para viver.
Ganhei na última aula de uma aluna um livro intitulado “Poesia Completa de Manoel de Barros” da editora Leya, que achei a minha “cara”! Ao abrir me deparei com um trecho que transcrevo:
“Ando muito completo de vazios.
Meu órgão morrer me predomina.
Estou sem eternidades...
Enfiei o que pude dentro de um grilo.
Essas coisas me mudam para cisco...
Estou deitado em compostura de águas.
Na posição de múmias me acomodo.”
Assim se fez este interlocutor... Enfiou a vida em algo mínimo, que o fez cisco, e se posicionou como múmia a espera de outra vida para viver... Se tornou isso pois assim elegeu esta forma de ser para se identificar. Se fez pequeno, se fez cisco e se tornou múmia. Engessou-se para as perspectivas e se tornou petrificado.
Você sabe se dizer?
Vai se colocar deitado como múmia a espera de outra encarnação para ser o que pode ser agora?
Comece engatinhando... Com o tempo você irá se equilibrar nas boas identificações. Naquelas que trazem a melhor versão de você mesmo.
Eu, como se diz, não morri na praia.
Fui à banca, expliquei-me e troquei por outra revista.
Remova as identificações que mumificam e engessam as linhas negativas de ser.
Escolha bons momentos para se identificar, boas pessoas para se modelar e se perspective através das identificações positivas.
Saiba Ser.
Você se parece com o que?
Pode ter certeza: com aquilo que você escolhe para se identificar.

Felicidade... Mágica ou Magia?

Felicidade... Mágica ou Magia?

Alguém me disse outro dia, que achava que a felicidade era reservada somente para algumas pessoas iluminadas.
De fato a ideia da felicidade é encantadora nos magos e nos líderes espirituais. Inspira divindade. 
A perfeição que parece isenta de esforço para existir, se torna mágica aos olhos da humanidade. Uma pessoa que pareça naturalmente bela inspira também divindade... A ideia da falta de esforço em ser algo desperta o conceito do eleito, do abençoado e isto mexe com a fantasia de muitos.
Por que tudo isso?
Porque o esforço lembra dificuldade, rigor, trabalho e o que acaba por quebrar o encanto.
O cantor de ópera que canta uma ária sem demonstrar qualquer preocupação no que faz nos parece mágico. Torna-se um iluminado.
O ator que encarna o personagem e nos leva a esquecer da própria identidade, nos parece incorporado e iluminado.
Por esses aspectos é que algumas pessoas, quando se deparam com a realidade de que o equilíbrio emocional e a limpeza de um ressentimento envolvem um trabalho que é destituído de qualquer milagre, se decepcionam. A partir daí, passam então a viver uma gradual desistência do que ambicionavam. 
A mobilização de muitos é estimulada por uma ideia de receita rápida e miraculosa.
Por que isso acontece tanto?
Porque simplesmente acham que a felicidade deve ser algo divino e quem a tem a tem... Está incorporado numa genética abençoada, rara e única. 
A conquista da perfeição sobre a imperfeição envolve uma construção.
Ser uma pessoa leve, ser segura, ser mais independente está longe de ser uma conquista de um só golpe, de um só dia, e, portanto nem tampouco de uma só sessão de análise.
Um lado profundo da humanidade detesta todas as conquistas que envolvem esforço num tempo maior. Na mentalidade das pessoas no mundo atual as dietas devem ser mágicas e as perdas de peso no viver também.
Detox de vinte quatro horas para retirar todos os excessos e todos os complexos.
Estamos vivendo o império do não esforço prolongado.
Análise relâmpago... Aprendizados em uma só aula... Impaciência para retomada de temas... Impaciência para a reconstrução de afetos.
Fui assistir a peça “Rain Man” no teatro dos Quatro aqui no Rio de Janeiro, com Marcelo Serrado no papel de autista. Ele estava tão habitado pelo personagem que em certos momentos nos sentíamos integrantes daquela realidade. Um teatro lotado em silêncio e posso dizer que todos da plateia estavam tomados pela fluidez com que o personagem acontecia. Parecia não haver esforço nas difíceis modulações de voz, nas contrações do rosto e nas contorções das mãos. Ao terminar o espetáculo os aplausos foram de pé, mas para quem tem experiência de assistir peças fora do Brasil vê-se que nesta terra os aplausos são intensos, mas curtos.
Li em certa ocasião que os aplausos são para despertar os deuses para abençoarem aqueles que trabalharam algo de maneira profunda e disciplinada e se apresentaram de forma divina e encantadora. 
Os aplausos são, portanto um chamado às divindades para que eles possam jorrar dos céus recompensas pelo lindo trabalho realizado.
No Brasil muitas vezes este “chamado” é tão rápido, devido aos curtos aplausos apesar de intensos, que os “deuses” mais sonolentos, ou distraídos não são mobilizados, o que deve fazer com que os artistas saiam muitas vezes sem essas bênçãos finais... Penso que a mecanicidade do mundo de hoje abrevia e banaliza a noção do trabalho do outro.
No dia seguinte fui assistir no teatro Leblon, sala Tonia Carreiro, o espetáculo “Nós Sempre Teremos Paris”. Algo leve que faz a nossa alma sonhar.
A peça está calcada num aspecto da vida humana: aquele em que a sorte se apresenta, mas as pessoas a deixam passar. Nela um homem e uma mulher, dois brasileiros, se conhecem por uma mágica do acaso num café de Paris do Boulevard Montparnasse, mas por estarem presos nas próprias inibições deixam a chance escapar. Passaram vinte anos cada um em suas vidas, sonhando com aquele momento.
Diante dessa história, me coloquei a pensar em todos aqueles em que a vida apresenta uma oportunidade, uma circunstância favorável, uma chance para algo desejado, mas não se responsabilizam, não se mobilizam para realizarem o desejo através da parcela de trabalho, ou com o compromisso com os processos que envolvem a construção do que se quer para si. 
Ficam no querer queria. 
Desejam magias sem mágicas... As mágicas envolvem truques. Para realizá-las necessita de treinos disciplinados com o aprendizado de técnica e muito trabalho.
Muitos querem que a feiticeira balance o narizinho, ou que um gênio esfregue a lamparina para que tudo se transforme.
Outro dia no jornal O Globo, seção de Histórias em Quadrinhos, havia uma chamada: “Bastidores das Historias Infantis” em que tinha no desenho o Lobo Mau diante dos três porquinhos onde se dizia:
“Vocês sabiam que quando um Lobo Mau toma posse do cargo tem que fazer um juramento solene?”
Nesta historinha entre tantas mensagens ressalto uma: para ser Lobo Mau tem que fazer um juramento de estar imbuído de tudo que o envolve e o perfaz.
Para ser o Lobo Bom também.
Depois destas reflexões, quando me falarem que a felicidade é derivada de uma benção divina para poucos, defini para mim que vou concordar... Vou afirmar que sim...
Por que? Porque percebo que infelizmente são poucos os que querem assumir a realização do trabalho profundo do equilíbrio para a vida. Um processo que é “mágico” e que faz “magia” para quem o elabora muito. 
Quando me perguntarem sobre uma receita, vou passar uma para a felicidade que é mágica... A receita?
Aí está:
1 Kg de desejo;
500 gramas de disponibilidade;
Uma colher de sopa bem cheia de decisão;
Duas xícaras de perdão ao destino;
Uma colher de chá de propósitos de vida.
Misture tudo durante muito tempo. Unte uma forma com amor próprio. Coloque a mistura na forma. Polvilhe com crença. Ponha no forno das suas elaborações.
Deixe aquecer com a sua perseverança.
Depois de pronto, decore com pitadas de gratidão e sirva a sua realidade.
Excelente para celebrar os recomeços.
Depois de você exercitar a receita da felicidade e passar a viver com naturalidade a sua nova habilidade em ser... Aplauda a si com generosidade e fervor para que os “deuses” possam ser despertados para abençoar a sua nova atuação de vida.

INVEJAS e Olhos Grande

Invejas

Outro dia me perguntaram se a inveja era realmente um sentimento nocivo e se as “maldadezinhas” sociais eram atitudes derivadas dela e ao final me lançaram a seguinte pergunta:
“Jorge, o que é afinal a inveja?”
Lembrei-me na hora do conto de fadas, em que as duas filhas da madrasta, feias e enciumadas da beleza delicada da filha do padrasto delas, tentam transformar a vida da Gata Borralheira num suplício. O trio de invejosas aproveitava a ausência do pai da linda menina para maltratá-la e humilhá-la.
Já se pode bem compreender que a inveja é um sentimento direcionado a algo bom. É um derivativo perverso do desejo de ser ou de ter um contexto ou mesmo algo.
Daí, a inveja das três pela beleza da gata borralheira, pela sorte do destino de alguém. Uma pessoa também pode invejar a família que você formou, a sua estabilidade emocional, a presença de pais amorosos na sua vida, a sua compra de uma casa, o seu sucesso, a sua viagem, a sua perda de peso, o seu cabelo e a cumplicidade que conquistou como casal. Pode também invejar a trajetória bem sucedida de seus filhos e a chegada de uma grande e boa notícia...
O invejoso tem sempre uma maldade contida no pensamento e tem o secreto momento delícia, como o anuncio da margarina em que no provador de uma loja diante de duas vendedoras a apresentadora Fernanda Lima não consegue fechar uma calça... Elas suspiram de prazer e alívio... Dá já para entender bem!!!
Fui assistir no Teatro Leblon, sala Fernanda Montenegro, a peça “Cruel” com Gianecchini, Maria Manuela em excelente atuação e Erik Marmo, num texto do teatro íntimo de Strindberg, onde disse que nesta concepção ele iria mostrar a vida em breves instantes. Em uma montagem de setenta minutos, testemunhamos o perverso e o sutil plano de um marido abandonado, para destruir o segundo casamento da ex-esposa. Com esta finalidade se aproxima do atual marido dela sem que ele pudesse supor que era o ex e se faz de amigo. O personagem de Gianecchini estabelece um mímico laço de cumplicidade e amizade de modo a despertar a confiança e fazer com que o outro abra o coração e se deixe influenciar pelas palavras escamoteadas e maléficas... Palavras cruéis. Neste intento derivado do despeito e da inveja tenta destruir o que desejava, mas não mais poderia ter. Tenta minar a segurança da ex através das sutis insinuações que ela estava envelhecida...
Quantas vezes podemos testemunhar esses comentários venenosos!!!
A inveja é um sentimento muito mais presente no cotidiano do que as pessoas imaginam. Ela pode ser uma admiração envenenada.
Conheço a história de uma mulher que admirava tudo que a irmã havia conquistado: o casamento; a família e a satisfação, mas a realidade da outra representava um desejo que não foi realizado. Quando nasceu o caçula e a irmã a chamou para ser madrinha, foi suscitando nela uma inveja que despertou um ressentimento pela vida que a tornou uma solteira amarga e crítica, maníaca. Quem já não viu a boa solteirona, mas que é no convívio uma mulher tensa e crítica?
Já vi também noras terem comportamento hostis com os sogros e a sogras por no fundo invejarem a aura familiar de cumplicidade e de amor que os constituem no contexto.
De fato a arte imita a vida.
Quando testemunhamos nas novelas, nos seriados cenas de inveja como no filme Desejo e Reparação do diretor Joe Wright, em que conta a história de Briony de treze anos que usa a imaginação de escritora para acusar Robbie Turner, filho do caseiro e namorado da irmã mais velha dela Cecilia, de um crime que ele não cometeu. A acusação destruiu de forma dramática o destino das pessoas envolvidas. Por desejar Robbie e invejar a condição de mulher da irmã, arma este plano perverso. 
As situações podem parecer exacerbadas para o plano real. No entanto a vilania é muito mais presente do que as pessoas imaginam e por vezes acontecem em comentários maldosos disfarçados sob o tom aveludado da fala nos almoços nos clubes e mesmo nas reuniões de trabalho.
No conto da gata borralheira, as irmãs postiças invejam a beleza e a juventude... Em outro conto, temos a história da bruxa má que envenena a maçã para colocar a Branca de Neve no sono da morte. 
Estas histórias narram e anunciam as questões do desejo e da derivação invejosa que a condição positiva de uma pessoa pode suscitar, mas as pessoas têm preconceito em enxergar que quem nos ama pode viver este sentimento de modo ambíguo, pois nele poderá encontrar contida a inveja.
A inveja é um ciúme da boa destinação do outro. 
Temos atualmente na novela Amor a Vida o ciúme invejoso do Felix pela irmã amada pelo pai que o rejeita. Encontramos na Bíblia a inveja assassina em Caim por Abel.
Na crônica do Veríssimo no O Globo, intitulada “A Explicação” ele escreveu: “Já se especulou como a História seria outra se Adolfo Hitler tivesse se tratado com seu conterrâneo e contemporâneo Sigmund Freud, em Viena. Curado de seus complexos e fobias, Hitler teria abandonado a ideia de dominar o mundo e se contentado em dominar um só quarteirão...”
Talvez, através desta suposta análise, Hitler tivesse um menor sentimento de rejeição e inferioridade e com isso conseguisse eliminar nele a necessidade desmedida de busca de poder para compensar a falta de valor que carregava em si. Quem sabe teria menos ódio daquilo que não havia obtido em sua vida e teria menos inveja daqueles que desejava dominar e daqueles que queria eliminar? 
O Vilão maltrata apenas quem é significante aos olhos dele, quem representa algo que o toca e por isso o incomoda. 
Barrar o Hitler na academia de belas Artes em Viena e outras tantas vivências de rejeição gerou naquela estrutura o “Invejoso” e “Tirano Perverso”... A História fala por si.
Portanto as situações de felicidade, de contentamento e de alegrias, trazem os bons destinos, mas aportam junto o olhar hostil e envenenado daqueles que não conquistaram e não souberam fazer um apaziguamento da própria frustração.
Respondendo a pergunta sobre se de fato a inveja existe nos próximos.
Digo: Sim.
A inveja pode existir em todos nós de alguma maneira.
Diante deste “Olho Grande” o que fazer?
Primeiro compreender que quem inveja está destituído de algum senso de autoestima, de algum senso de valor e carrega uma falta de si... Carrega frustrações sem elaborações...
Envenena com ressentimentos o coração.
Envenena a maçã.
O antídoto?
Exercitar o olhar de gratidão sobre as próprias conquistas para que possa a ternura que brota limpar a venenosa inveja.
Contra o veneno alheio?
Do Olho Grande se defende com Olho Vivo!

sexta-feira, 26 de julho de 2013

OLUBAJÉ - no dia 17 de AGOSTO as 18:00hs JORGE DOXUM KARE






             


Jorge Doxum Kare e seus filhos  convidam a todos para o OLUBAJÉ - no dia 17 de AGOSTO as 18:00hs
JORGE DOXUM KARE
 Rua Musico Luiz Edilson Profirio - 10  - DIVISA - Santa Eugenia - Nova Iguaçu
Tel. 2767-7304
Olubajé é um ritual anual para Obaluaiê e só é feito em casas de Candomblé, sendo obrigatório em casas onde haja feito um Yawo de Obaluaiyê há menos de sete anos ou o próprio Zelador ou Zeladora seja deste Orixá.
Olubajé é uma palavra de origem Iorubana e significa Olú : Aquele Que; Ba : Aceita; Je : Comer.
                                                     

Olubajé
Diz uma lenda que Xangô, um Rei muito vaidoso, deu uma grande festa em seu palácio e convidou todos os Orixás, menos Obaluaiyê, pois as suas características de pobre e de doente assustavam o rei do trovão. No meio do grande cerimonial todos os outros Orixás começaram a notar a falta do Orixá Rei da Terra e começaram a indagar o porquê da sua ausência, até que um deles descobriu de que ele não havia sido convidado.
Todos se revoltaram e abandonaram a festa indo a casa de Obaluaiyê pedir desculpas, Obaluaiyê recusava-se a perdoar aquela ofensa até que chegou a um acordo; daria uma vez por ano uma festa em que todos os Orixás seriam reverenciados e este ofereceria comida a todos desde que Xangô comesse aos seus pés e ele aos pés de Xangô.
Nascia assim a cerimónia do Olubajé. Porém, existem diversas outras lendas que narram outros motivos sobre o porquê de Xangô e Ogum não se manifestarem no Olubajé.
Aqui vou contar um resumidamente o que acontece nessa cerimónia:
Nesse dia todo o terreiro se encontra ornamentado na cor deste Orixá, Obaluaiyê – devo ressaltar que essa é a única cerimónia dentro do Candomblé que dispensa o Ipadé de Exú.
Chega a hora e o Babalorixá ou a Yalorixá faz soar o adjá, forma-se uma fila indiana, trazendo panelas de barro ornamentadas com faixas, todas elas contendo as comidas de todos os Orixás com excepção da comida do Orixá Xangô; à frente estará a Yalorixá ou o Babalorixá seguida por uma filha de Iansã, carregando uma esteira, uma outra com um pote na cabeça contendo a bebida sagrada das cerimónia chamada de Aluá, mais uma com um vasilhame de barro cheia de Ewe Lara (folha de mamona) a qual servirá de prato para as comidas; logo em seguida mais 21 pessoas ou 7 – estes são os números das comidas oferecidas – transportarão vasilhames de barro à cabeça, trazendo-os para o centro da sala, onde serão colocados sobre a esteira, formando assim a mesa do banquete.
É importante ressaltar que todos, como numa cerimónia de um Bori, inclusive os assistentes, deverão estar descalços.
Em seguida, três dos iniciados mais antigos servem as comidas, colocando um pouco de cada uma das comidas existentes no banquete sobre uma folha de mamona que serve de prato. Todos os presentes na cerimónia devem comer um pouco de cada uma das comidas, utilizando apenas as mãos para comer, e é também obrigatório que todos dancem ao som das músicas e cantigas que vão sendo entoadas em louvor do Orixá.
Todos batem palmas pausadamente – paó – saudando Obaluayê. Com voz forte e cheia de entusiasmo, esta frase melodiosa ecoa:
Omulú Kíí bèrú já__Kòlòbó se a je nbo
Kòlòbó se a je nbo__Kòlòbó se a je nbo__Aráayé.
Omulú não teme a briga.
Em sua pequena cabaça traz axé e feitiço.
JORGE DOXUM KARE
 Rua Musico Luiz Edilson Profirio - 10  - DIVISA - Santa Eugenia - Nova Iguaçu

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Sete maravilhas para correr - Parar de fumar e correr.

Sete maravilhas para correr

Selecionamos os melhores lugares da cidade para sair da academia e aproveitar o visual nos treinos de corrida

Com paisagens e espaços privilegiados, o Rio tem vocação para os esportes ao ar livre. A cidade possui belezas naturais e áreas de lazer que são um prato cheio para a prática de atividades físicas. Um exemplo é a corrida de rua, que a cada dia ganha mais adeptos. Levando em consideração a beleza e a infraestrutura de diferentes pontos da cidade, selecionamos as sete maravilhas do Rio para que os amantes de corrida aproveitem ainda mais o esporte.

Lagoa Rodrigo de Freitas


Um dos principais cartões postais do Rio, a Lagoa Rodrigo de Freitas é considerada por muitos o melhor ponto para corrida na cidade. Localizada em uma área nobre da Zona Sul e com vista para o Cristo Redentor, o visual é um dos principais estímulos para quem treina por lá.

A pista em torno da Lagoa tem aproximadamente 7,5 quilômetros de extensão e está em bom estado de conservação, com marcações de quilometragem a cada 100 metros. O percurso é completamente isolado do trânsito e os atletas ainda podem optar por realizar parte do treino em chão de terra batida.

Além da pista para corrida e ciclismo, o local ainda possui diversas outras atrações, que são um belo convite para estender a programação após o treino. Há diversas áreas de lazer ao redor da Lagoa, entre elas, o Parque Tom Jobim, o Parque da Catacumba e o Parque do Cantagalo, onde são praticados outros esportes. Além disso, o local também conta com diversos quiosques e restaurantes.

Lagoa: pista de 7,5 quilômetros com boa infraestrutura


Aterro do Flamengo

Às margens da Baía de Guanabara e com uma área aterrada de 1,2 milhões de metros quadrados, o Parque do Flamengo recebe diversos corredores todos os dias. É no Aterro que ocorre a grande maioria das corridas de rua da cidade. O local possui uma vasta área de lazer, composta por jardins, quadras poliesportivas e mais de 8,5 quilômetros de ciclovias. Além dos diversos caminhos com piso de asfalto, com marcação a cada 500 metros, quem corre por lá também tem a opção da grama ou da areia para treinar. Aos domingos e feriados, as pistas de tráfego são fechadas ao trânsito, aumentando ainda mais a área de lazer.

Parque do Flamengo: maior área de lazer da cidade tem diversas vias para prática de corrida

Leblon-Leme

Com quase 50 quilômetros de extensão, a orla do Rio oferece diversos points para a prática de corrida. O trecho que liga o Leme ao Leblon é um dos prediletos dos corredores e, com um cenário privilegiado, é uma das opções mais concorridas para os treinos. Com distância de oito quilômetros, este percurso passa pelas principais praias da Zona Sul carioca e ainda permite um mergulho após o treino para refrescar.

Leblon: orla da Zona Sul é um dos pontos preferidos dos corredores

Pista Claudio Coutinho


A pista Claudio Coutinho é uma ótima opção para quem quer treinar fora da agitação e do barulho da cidade. Localizada na Praia Vermelha, ela tem 1,25 quilômetros de extensão, com marcações de distância a cada 50 metros. Se percurso circunda o Morro da Urca e o Pão de Açúcar e, a partir dele é possível acessar algumas trilhas para subir o morro.

Um visual incrível e diversas espécies de pássaros e animais silvestres são um atrativo dos treinos de quem corre por lá. Como fica localizada em uma área militar, a segurança também é um dos pontos fortes da pista.

Claudio Coutinho: localizada em área militar, pista é segura e tem vista privilegiada

Bosque da Barra

Com área de 500 mil metros quadrados, o Bosque da Barra é uma ótima opção na Zona Oeste para quem quer correr em um ambiente diferente da orla da Barra da Tijuca. Com caminhos de chão de terra batida, é possível fazer diferentes percursos de corrida. Um deles é o caminho do entorno do parque, que possui cerca de três quilômetros. Outra opção, mais utilizada, é o percurso de 1,6 quilômetros de extensão e chão de cascalho na área central do parque. Apesar de ser menor, esta opção é mais popular por ter marcação de distância a cada 200 metros.

O bosque tem boa infraestrutura, com estacionamento, seguranças, sanitários e bebedouros. Fica aberto de terça a domingo, das 7h às 17h. No horário de verão, fecha às 18h.

Bosque da Barra: parque é opção para corredores na Zona Oeste


Paineiras
Localizado no Parque Florestal da Tijuca, o percurso das Paineiras tem aproximadamente oito quilômetros de extensão e é uma ótima oportunidade para se exercitar e contemplar a cidade de outro ângulo. O caminho para o Cristo Redentor é cercado de verde e tem vista para belas paisagens do Rio. Vale uma paradinha para recuperar o fôlego e observar a paisagem em um dos mirantes do caminho, como o Dona Marta e a Vista Chinesa. Como possui diversas ladeiras com níveis de dificuldade distintos, o treino nas Paineiras é recomendado a atletas mais experientes.

Paineiras: com vista privilegiada, percurso é indicado para os mais experientes


Quinta da Boa Vista
Localizado em São Cristóvão, Zona Norte da cidade, o parque tem uma área de 155 mil metros quadrados. Há diversas vias para treinos de corrida e a volta no entorno da Quinta tem dois quilômetros de extensão. O percurso tem algumas subidas pouco inclinadas, com baixo nível de dificuldade. Como nos fins de semana o parque fica repletos de famílias com crianças, é mais indicado treinar por lá de segunda a sexta. O parque ainda inclui atrações como o Jardim Zoológico e o Museu Nacional, além de uma vasta área verde para piquenique. Diariamente, das 6h às 17h. No horário de verão, fecha às 18h.

Quinta da Boa Vista: além das pistas de corrida, parque tem amplas áreas de lazer

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Salve Jorge chega ao fim


Entre (muitos) erros e alguns (poucos) acertos, Salve Jorge chega ao fim


Russo (Adriano Garib), Wanda (Totia Meirelles), Lívia (Claudia Raia),
Rosângela (Paloma Bernardi) e Irina (Vera Fischer)
Se você me perguntar o que eu vou guardar de Salve Jorge, respondo na lata: a ousadia de Glória Perez em investir num tema espinhoso, como o tráfico de seres humanos, e numa heroína favelada, prostituída e sem um pingo de juízo na cabeça. Pode me chamar de Poliana, mas prefiro mesmo ver o lado bom da vida. Mas é inegável que vou ficar marcado também pela pior e mais incompetente vilã dos 50 anos da telenovela brasileira. Não bastasse a péssima atuação de Claudia Raia no início da trama (na reta final melhorou um pouco), Lívia Marini sempre foi de um amadorismo ímpar e ainda se cercou pela gangue mais trapalhona e acéfala possível. Wanda (Totia Meirelles), Russo (Adriano Garib), Irina (Vera Fischer) e Rosângela (Paloma Bernardi) não deram uma dentro. Nenhuma ação ou atentado cometido por eles funcionou e os assassinatos de Jéssica (Carolina Dieckmann) e Rachel (Ana Beatriz Nogueira) foram realizados em locais públicos e da forma mais imprudente possível. Típico ato de bandidos de quinta categoria.
Jessica (Carolina Dieckmann) e Rachel (Ana Beatriz Nogueira)
Até mesmo o sequestro da bebê Jéssica abusou da boa vontade do espectador. Numa casa com três mulheres, sendo que Neuma (Bianca Haddad) não faz absolutamente nada o dia todo, nenhuma delas poderia fazer uma jarra de suco? Tinham que encomendar de dona Diva (Neusa Borges)? Que preguiça foi essa, Gloria Perez? Não dava para criar uma sequência para o rapto que não subestimasse a inteligência das pessoas? Se não fossem as brilhantes atuações de Totia Meirelles (eleita Melhor Atriz Coadjuvante de 2012, no 15º Prêmio Contigo! de Televisão) e Adriano Garib, tudo poderia ser ainda mais catastrófico. Eles deram credibilidade às patacadas que seus personagens cometiam. Já Vera Fischer devia se aposentar enquanto ainda há alguma dignidade em sua carreira decadente. E Paloma Bernardi se saiu bem, é verdade, mas não foi nada de muito extraordinário…
Stenio (Alexandre Nero), Helô (Giovanna Antonelli), Drika (Mariana Rios)
e Pepeu (Ivam Mendes)
Já entre os mocinhos, Giovanna Antonelli foi o destaque maior da novela. Sua delegada Helô era profundamente humana. Profissional astuta, mãe relapsa e incapaz de se relacionar com a filha e dona de uma vida afetiva instável. Ela ainda era viciada em compras, compulsão pessimamente aproveitada na novela e que poderia ter rendido muito mais. Helô tinha humor, sem ser cômica, e formou um par romântico supimpa com sempre maravilhoso Alexandre Nero. A expressão catatônica do vaidosíssimo Stenio recebendo a noticia de Drica (Mariana Rios) e Pepeu (Ivam Mendes), de que ia ser avô, foi antológica. Da ótima química de Giovanna e Alexandre só lamento as ridículas cenas de fantasias sexuais que não combinavam em nada com os dois personagens.
Ricardo (Alexandre Barros), Murilo Grossi (Almir) e Jô (Thammy Miranda)
Curti muitíssimo também a participação de Alexandre Barros, como o delegado Ricardo, que trouxe seriedade para o núcleo dos investigadores. Murilo Grossi (Almir) foi outra ótima aquisição para a novela e a evolução de Thammy Miranda (Jô) como atriz me deu muita alegria. Espero que ela faça ouros trabalhos na casa. Quem sabe até um triângulo amoroso com Odete Roitman (Luma Costa) e Tamanco (Mart’Ália), na segunda temporada de Pé na Cova? Fica a dica! Mas, do fundo do meu coração, espero um dia esquecer os constrangedores show de Lohana, ao som dos hits da “mama” Gretchen. Tanto Thammy quanto o público poderiam ter sido poupados daquele vexame explícito.
Jô (Thammy Miranda)
É verdade que Gloria deixou a desejar nessa novela de tantas possibilidades incríveis e desenvolvimento capenga. Mas eu credito a maior parte da culpa à equipe de direção comandada por Marcos Schechtman. Depois de duas direções absolutamente modernas e gerais, em Avenida Brasil e Cheias de Charme, foi duro acompanhar durante 179 capítulos, um trabalho preguiçoso, sem brilho e com uma direção de atores das mais fracas. Quem teve acesso aos capítulos escritos pela autora vibrava com várias cenas, mas acabava na mais profunda frustração quando elas iam ao ar. Decepcionante também, o desenvolvimento da cultura turca na trama, muito menos aproveitada do que a indiana (Caminho das Índias, 2009) e a marroquina (O Clone, 2001). Nem mesmo as boas expressões “Merhab” (olá),
“Güle Güle” (tchau) e “Allah, Allah” (meu Deus)” pegaram!
Mustafa (Antonio Calloni), Aisha (Dani Moreno) e Berna (Zezé Polessa)
Apesar da minha profunda antipatia pela Aisha (Dani Moreno), a trajetória da personagem em sua busca obsessiva pela família biológica foi muito bem desenvolvida. Na verdade, teria sido melhor se Aisha tivesse descoberto, logo no início, que havia sido traficada. Isso emprestaria mais força e credibilidade ao desejo de descobrir de onde veio e daria mais tempo para ela acertar as arestas com a mãe que a roubo e a criou (Berna, vivida por Zezé Polessa) e se adaptar à realidade da mãe biológica, após o gigantesco choque cultural que enfrentou ao conhecê-la. Do jeito que ficou, Aisha parecia uma filha adotiva ingrata e uma garota mimada e preconceituosa que preferiu duas mães bandidas a uma pobre, escandalosa, só que 100% honesta e do bem.
Ayla (Tânia Khalill), Zyah (Domingos Montagner) e Bianca (Cleo Pires)
Eu esperava muito do romance entre Bianca e Zyah, afinal, Cleo Pires e Domingos Montagner pareciam ter uma química explosiva. Mas o que vimos foi uma sucessão de erros, com a brasileira pagando mico atrás de mico na Turquia, rastejando por um homem casado e que sempre deixou claro que nunca abriria mão de sua cultura e de seus valores por causa dela. Domingos ao menos viu Zyah se envolver na trama principal, ao ficar amigo de Morena (Nanda Costa) e Théo (Rodrigo Lombardi), mas Cleo, coitada, passou a novela toda fazendo caras e bocas, como um patético fantasma vagando por uma mansão abandonada sem ter o que fazer.
Ceso (Caco Ciocler), Raissa (Kiria Malheiros), Antonia (Letícia Spiller) e Carlos (Dalton Vigh)
Se o caso de amor entre Antônia (Letícia Spiller) e Carlos (Dalton Vigh) não convenceu, pelo menos o drama da alienação parental, com Celso (Caco Ciocler) jogando Raíssa (Kíria Malheiros) contra a mãe, foi muito bem executado. Diferente do dia a dia no Morro do Alemão, que só trazia Diva fazendo fofoca, Maria Vanúbia (Roberta Rodrigues) batendo boca com Lurdinha (Bruna Marquezine) e Delzuite (Solange Badim) e Pescoço (Nando Cunha) de butuca vendo a vizinha tomando banho de sol na laje. Verdadeiras caricaturas!
Aida (Natália do Vale), Leonor (Nicette Bruno), Isaurinha (Nívea Maria), Érica (Flávia Alessandra) e Élcio (Murilo Rosa)
Salve Jorge ficará marcada ainda pelo maior desperdício de atoes da história: Natália do Vale (Aída), Ana Beatriz Nogueira (Rachel), Nicette Bruno (Leonor), Nívea Maria (Izaurinha), Stenio Garcia (Arturo), Suzana Faini, (Áurea), Rosi Campos (Cacilda), Flávia Alessandra (Érica), Eva Todor (Dália), Fernanda Paes Leme (Marcia), Murilo Rosa (Elcio), Odilon Wagner (Thompson), Betty Gofman (Sarila), Elizângela (Esma), Ernani Moraes (Kemal), Narjara Turetta (Buque), Cristiana Oliveira (Yolanda), André Gonçalves (Miro), Cris Viana (Julinha), Sidney Sampaio (Ciro), Walderez de Barros (Cyla), Anderson Muller (Murat), e Jandira Ferrari (Vó Farid) e até mesmo Rodrigo Lombardi, que teve pouco a fazer no enredo. Mesmo assim, alguns poucos sortudos saíram no lucro: Nanda Costa, Dira Paes (Lucimar), Antônio Calloni (Mustafá), Zezé Polessa (Berna), Lizandra Souto (Amanda), Luci Pereira (Creusa), além de Giovanna, Nero, Nando Cunha, Garib, Duda Ribeiro (Adam) e Totia, obviamente!
Walska (Laryssa Dias), Demir (Tiago Abravanel), Tamar (Yanna Lavigne)
e Rayanne (Aimée Madureira)
E Salve Jorge ainda lançou belos talentos para nossa telinha: Thammy, Laryssa Dias (Waleska), Tiago Abravanel (Demir), Dan Moreno, Luiz Felipe Melo (Júnior), Kiria Malheiros (Raíssa), Mila Freitas (Carol), Karina Ferrari (Samanta), Aimée Madureira (Rayanne) e Yanna Lavigne (Tamar). Resumo da ópera: entre tantos mortos e feridos e mulheres surradas para alavancar a audiência, Salve Jorge encerra sua tumultuada trajetória repleta de (muitos) erros e alguns (poucos) acertos. Que todos nós tenhamos mais sorte com Amor à Vida, que está chegando!!!

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Como queimar gordura e mantê-lo longe Seis maneiras importantes sobre como queimar gordura

Como queimar gordura e mantê-lo longe

Seis maneiras importantes sobre como queimar gordura

como queimar gordura longeUma das questões mais comuns que recebo é como queimar a gordura. A gordura da barriga é realmente o tipo mais perigoso de gordura – além da questão estética, as linhas de cintura grandes são indicadores de doença-doença-doença.
É preciso mais do que apenas flexões! Começamos a ganhar peso na nossa barriga quando os nossos níveis de cortisol aumentam. O stress é um dos principais culpados pelos altos níveis de secreção de cortisol. Quando isto acontece o cortisol dissolve a massa muscular (o tipo de tecido que queima calorias mais eficientemente) e também retém o armazenamento de gordura na região abdominal. Esse stress pode até PIORAR com uma dieta ruim, os estudos mostram que o stress causado pela dieta pode aumentar os níveis de cortisol, não fazendo nenhuma mudança na forma de queimar gordura, mesmo com a restrição calórica. Assim como é que você pode ficar em forma? Incorpore estas 6 coisas abaixo e você estará no caminho certo para uma barriga mais plana, em pouco tempo plana!
1. Dormir
Se você quiser trabalhar até tarde da noite, pense novamente. Quando seus biorritmos estão desajustados, você acaba por comer mais. Quando está cansado você produz mais grelina, que provoca vontade de comer açúcar e outros alimentos que produzem gordura. Perder o sono também pode alterar a sua produção hormonal, afetando os seus níveis de cortisol que causam a sensibilidade à insulina, é por isso que você não está a queimar depressa a gordura! Ter cerca de 7 horas de sono por noite é uma das melhores coisas que você pode fazer pelos seus objetivos de manter o seu corpo em forma.

2. Períodos curtos de exercícios
Com 1.000 exercícios abdominais por noite você pode obter músculos abdominais fortes, mas com uma camada cheia de gordura em cima, você não irá obter os resultados que realmente quer. Em vez de todas essas flexões, faça exercícios que envolvam vários grupos musculares e trabalhem o seu sistema cardiovascular. Tente com pranchas, onde você se mantenha numa posição de flexão do braço, repousando os antebraços no chão. Tentar 3 ou 4 conjuntos de exercícios durante 30 segundos cada um. Levantar-se e mover-se ao longo do dia, fazendo caminhadas também ajuda.

3. O Açúcar é o Inimigo
Como queimar gordura depressa é uma dieta 80% saudável. Reduza as calorias, alimentando-se com proteínas, vegetais, grãos integrais, e substituindo os lanches de maus hábitos pelos bons. Por exemplo, se você tem uma compulsão por açúcar, substitua o seu calórico “Laden latte” por um “Muscle Milk” leve, um dos meus favoritos, porque tem zero açúcar e uma tonelada de proteína que vai saciar ao mesmo tempo o meu desejo ardente de açúcar! Um outro truque é uma grande pitada de canela no seu café da manhã ou aveia- o tempero foi mostrado para ajudar a estabilizar o açúcar no sangue. Ele também retarda a taxa em que o alimento sai do estômago, o que o ajudará a sentir durante mais tempo.

4. Vitamina C
Quando está sob um stress extremo, você segrega mais o hormona cortisol. A vitamina C ajuda a equilibrar os picos de cortisol que lhe acontecem sob este stress. Além de ser uma boa maneira de combater um resfriado, a vitamina C também é essencial para a produção de carnitina, um composto usado pelo corpo para queimar gordura, fazendo com que esta vitamina seja o seu amigo para a queima de gordura.
Se você está a passar por uma crise emocional, o stress do trabalho, ou uma má alimentação, aumente a sua vitamina C – que vai ajudar a neutralizar os efeitos colaterais negativos. Tente pimentão, couve ou kiwi. Estes têm ainda mais vitamina C do que a famosa Laranja!

5. Comer Gordura
Sim, você ouviu-me! Como queimar gordura é comer gordura. Como eu disse acima, é o açúcar que o torna gordo, não a gordura. As boas gorduras incluem alimentos ricos em Omega 3, como o salmão, o abacate e as nozes. Estes alimentos estão cheios de nutrientes que ajudam a mantê-lo saciado ao longo do dia.

6. Abrandar a sua respiração
Este é um método muito simples que você pode usar até mesmo quando está a fazer alguma outra coisa. Sempre que se aperceber que está a sentir-se tenso e irritado verifique e veja como está a respirar. A maioria das pessoas, quando está sob stress, alterna entre prender a respiração e respirações curtas, ou fazem respirações superficiais rápidas. Depois de se tornar consciente da sua própria respiração, relaxe conscientemente sua barriga e diminua a respiração. Isto funciona melhor se você se concentrar em abrandar a expiração do que a sua inspiração. A cada expiração, você pode dizer para si mesmo “desacelerar”. Isso é tudo o que há para fazer – Simples, mas surpreendentemente eficaz!!!

Com os 6 passos listados acima, você não deve ter qualquer problema em aprender a queimar depressa a gordura. Se quiser acelerar, ainda mais, o processo e obter resultados de uma forma saudável, veja a nossa página de recomendação de suplementos dietéticos.